« no nosso primeiro encontro , eu nunca senti nada tão forte (...) e de repente tu foste-te embora . eu não sabia como te seguir (...) eu nunca me entregarei a outra pessoa como me entreguei a ti , tu nem reconheces a forma como me magoaste , pois não ? vais precisar de um milagre para me trazer de volta , tu és o único culpado (...) acho que é isso que ganho pelo pensamento ilusório , nunca deveria ter-te deixado entrar pela minha porta . da próxima vez que quiseres ir embora , eu simplesmente deverei deixar-te ir (...) é como se eu tivesse entrado num centro de reabilitação e tu és a minha doença (...) sempre que tu precisasses eu estaria lá , é como se fosses a minha droga preferida . o único problema é que tu me estavas a usar de um modo diferente de como eu te estava a usar . mas agora sei que não era para dar certo . eu preciso de ir , preciso de me livrar de ti. »
